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27 de agosto de 2026

JK: o exemplo que o Brasil não pode esquecer

Artigos 27/08/2026 08:26 Samuel Hanan estadaomatogrosso.com.br

Em agosto de 2026, completam-se 50 anos da morte de Juscelino Kubitschek, um dos maiores estadistas da história do Brasil, que deixou um legado de desenvolvimento e visão de futuro.

Agosto de 2026 marca os 50 anos da morte do ex-presidente Juscelino Kubitschek. É um momento para o país lembrar com carinho um dos maiores líderes que já teve.

Mais de seis décadas depois de seu mandato (1956-1961), o trabalho dele continua vivo, graças à seriedade, coragem e visão de futuro.

  • JK criou o Plano de Metas, que fez o Brasil crescer muito.
  • Ele construiu Brasília, nova capital, para desenvolver o Centro-Oeste.
  • Durante seu governo, o PIB cresceu mais de 8% ao ano.
  • Ele também criou a Zona Franca de Manaus para ajudar a Amazônia.
  • Mais de 80% das metas do plano foram cumpridas.

JK assumiu em um período difícil, mas não desistiu de seu sonho de crescimento rápido. Ele investiu em energia, transporte e infraestrutura, criando as bases para um país moderno.

O sucesso veio com o Plano Nacional de Desenvolvimento, que tinha metas ousadas. Além de Brasília, ele criou a Zona Franca de Manaus para ajudar a região Norte.

Em cinco anos, o Brasil cresceu muito. A indústria aumentou 80% e o PIB subiu bastante. Brasília ajudou a desenvolver o agronegócio do Centro-Oeste, que hoje é forte.

Juscelino não era um político de promessas, mas de realizações. Ele cumpriu mais de 80% das 31 metas do seu plano. O lema cinco décadas em cinco anos não foi só uma frase.

Depois de JK, o Brasil passou por ditadura, inflação, problemas e até presidentes afastados. Mas nenhum governante conseguiu seguir o exemplo dele.

As diferenças entre as regiões pioraram. O país cresce menos que o mundo, e a renda está baixa. O Brasil ficou em 84º lugar no IDH e é o 7º pior em desigualdade.

Também temos problemas seríssimos: 33 mil homicídios por ano, corrupção e falta de serviços públicos. Não é o país que JK imaginava.

Certamente, não é esse o Brasil que queremos. Juscelino fez a sua parte. Falta seguirmos o exemplo dele.