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09 de agosto de 2026

Miguel Daoud analisa o impacto da nova taxa dos EUA sobre o Brasil

Economia Tarifa 22/07/2026 14:51 Redação Digital, Canal Rural canalrural.com.br

O comentarista Miguel Daoud explica como o Brasil pode lidar com a nova taxa de 25% aplicada pelos Estados Unidos, destacando a importância de negociar em vez de revidar.

A sobretaxa de 25% imposta pelos Estados Unidos a produtos brasileiros entrou em vigor nesta quarta-feira (22). Essa medida pode ter grandes consequências para a economia do Brasil, principalmente para o setor rural. O especialista Miguel Daoud analisa as possíveis reações do governo brasileiro diante dessa nova situação.

  • A taxa de 25% foi criada pelos EUA para produtos do Brasil.
  • O Rio Grande do Sul é um dos estados mais afetados, principalmente por causa do fumo.
  • Mesmo com a taxa, o Brasil ainda pode vender para os EUA, pois o imposto é pago por quem compra.
  • Retaliar, ou seja, revidar com outra taxa, não é uma boa ideia, segundo Daoud.
  • A melhor saída é negociar, já que os EUA precisam de produtos brasileiros.

Impactos da sobretaxa

De acordo com Daoud, a sobretaxa vai afetar diretamente o Rio Grande do Sul, que é um dos maiores exportadores de fumo para os Estados Unidos. Ele explica que essa taxa pode dificultar a venda desses produtos, mas ressalta que o Brasil ainda pode continuar exportando. Isso porque a tarifa é um imposto que será pago pelos americanos na hora da compra, e não pelos brasileiros.

Estratégias de reação

O comentarista disse que retaliar a decisão dos EUA seria um erro. Ele sugere que o Brasil deve focar em negociações, já que os Estados Unidos precisam de produtos brasileiros. Daoud afirma:

  • Retaliação não é uma opção viável.
  • Negociações são essenciais para minimizar os impactos.
  • O Brasil deve se posicionar de forma prática e inteligente.

Contexto geopolítico

Daoud também menciona que a decisão de Donald Trump de impor essa sobretaxa faz parte de uma estratégia maior para manter a hegemonia dos EUA na América Latina. Ele alerta que o Brasil precisa estar atento a essa disputa de poder ao definir sua resposta.