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11 de agosto de 2026

Mulher é condenada por mentir sobre empréstimo do INSS

Economia Mentiu 11/08/2026 07:10 Mônica Pereira, EXTRA extra.globo.com

Uma pensionista que dizia não reconhecer nove empréstimos consignados foi condenada pela Justiça por má-fé. As instituições financeiras apresentaram provas de que os contratos eram válidos.

Uma mulher que é aposentada foi processada pelo INSS por mentir sobre empréstimos consignados. A Justiça a considerou culpada e ela agora terá que pagar uma multa.

Ela pedia para não pagar nove empréstimos que estavam sendo descontados de seu benefício. No processo, dizia que não os havia contratado e pedia indenização por danos morais.

Resumo da notícia

  • A aposentada nega ter feito os empréstimos.
  • Os bancos e o INSS mostraram provas de que ela contratou.
  • A Justiça viu má-fé e a condenou a uma multa.
  • O caso aconteceu em Rio Grande, no Rio Grande do Sul.
  • A decisão ainda pode ser derrubada se ela entrar com um recurso.

O que a mulher alegou

Durante o julgamento, a aposentada afirmou que as contratações foram feitas com fotos antigas, que teriam sido usadas muitas vezes. Dizia que os bancos não apresentaram documentos suficientes.

Ela também contou que funcionários pegaram o celular dela e usaram as fotos de seu rosto para fazer os contratos. Que ela não aceitou o cartão de crédito, e ainda assim, os valores estavam sendo descontados.

O que os bancos e o INSS mostraram

As empresas e o INSS mostraram uma documentação de que os empréstimos eram corretos. Eles entregaram ao juiz vários pontos, como:

  • Os contratos com a assinatura da mulher
  • Vídeos e fotos no momento da contratação
  • O que é a localizada dos lugares onde o negócio foi feito
  • Os comprovantes do dinheiro que caiu na conta dela
  • Documentos dizendo que ela fez com que um dinheiro de uma dívida fosse para outros bancos

O que a Justiça disse

Para o que julga o caso, essas provas eram muito fortes. O processador da Justiça entendeu que a mulher não tinha razão. Ele escreveu na decisão que ela mudou a história com o objetivo de enganar o juiz e ganhar dinheiro de forma injusta.

A mulher foi condenada a pagar uma multa de 10% do valor para o qual ela pedia. Ela ainda pode tentar mudar a sentença na Justiça.