Acordo entre EUA e Venezuela quer usar as vastas riquezas do país para reabastecer as reservas americanas; especialistas veem dificuldades e atrasos.
O acordo incomum do presidente Donald Trump sobre o petróleo da Venezuela está ficando mais claro, mas o plano de usar o dinheiro dessa parceria para encher as reservas de petróleo dos Estados Unidos continua a ser muito difícil de entender.
Nos últimos dias, Trump disse que o novo controle majoritário dos EUA em dezenas de áreas de petróleo venezuelanas vai dar acesso do país a 65 bilhões de barris, mais que o dobro do que os EUA têm hoje.
- As reservas estratégicas de petróleo dos EUA estão no menor nível desde 1982, na época de Ronald Reagan.
- O petróleo venezuelano é muito pesoso e não pode ser guardado nas reservas americanas.
- A compra precisa de apoio do Congresso dos EUA, o que pode demorar.
- A infraestrutura da Venezuela precisa de pesado investimento para aumentar a produção.
- A ideia é investir 100 bilhões de dólares para recuperar terreno petrolífera.
O objetivo principal é completar a Capacidade da Reserva Estratégica de Petróleo (SPR), que está em o menor nível desde novembro de 1982.
Segundo Trump, o petróleo dessa parceria serviria para reencher a SPR, depois que os EUA retiraram 150 milhões de barris durante o conflito com o Irã.
Mas alguns pontos são mais difíceis:
- O petróleo venezuelano, pesado, não atende às exigências dos reservatórios.
- A estrutura de produção no país precisa de reparos e novas máquinas.
- O Congresso deve dar o aval para gastos com a reserva.
- Há ainda plano já em andamento para reabastecer esses estoques.
o governo poderá contornar alguns deles, mas não será uma solução de curto tempo pra ele.
Detalhes de um acordo bilionário
Na Cannon House, um órgão ligado ao Pentágono, surgiria uma sociedade na NABEP, segunda maior produtora particular da Venezuela, com o objetivo de comprar 20% das ações até três.
O investimento previsto é de 100 bilhões de dólares (cerca de R$ 515 bilhões), segundo destaque na mídia.
A dona da concelha é Alejandro Betancourt, um empresário criticado na Espanha e na Suíça, mas não de forma acusada.
Não houve retorno até agora.
A NABEP estará sob as regras dos EUA e passa a ter direito de vender parte de óleo para o comércio, vender 20% para o Estado, e ainda a um acordo de preferência.
Tudo isso tratou que o governo americano fique com 55% dos lucros.
Na prática, o que impede
Em longo prazo, essa parceria ajuda as empresas do Golfo a receberem mais óleo de que precisam, pois seus parques próprios em impactos.
Os EUA compram petróleo pesado para montar, fazer óleos industriais, e que servem para diesel e aviação.
Mas isso não colabora com o reservatório estratégico.
O petróleo da Venezuela não reproduz o padrão mineral do SPR, e o custo de, e pode gerar corrosões, indicou aquele revista de 2016.
É fato que o sistema atual, de óleo mais leve, já responde à crise.
Não é garantido se a Venezuela terá capacidade/grade extra.
Exporta hoje cerca de 1,2 milhão de barris por dia, ver um pouco do que no ano, mas ainda baixa, vindo de 3,5 mil.
A manutenção dos poços é car alto e ainda está degradada.
Tem essas reservas grandes, mas não abastece se, para a produção.
Helima giant, especialista em petróleo, diz que essa não trará trégua baixa.
Trump disse que, na excelente: âFamemos em dois anos ou três para terreos resultadosâ.
O oco precisa de projetos governamentais para comprar óleo para o estoque.
E por isso que foi feito uma medal exchange no presente: vender óleo agora e receber de volta futuramente, sem ser usar o dinheiro do tesouro.
O caminho alternativo
Analistas da Kpler,, sugere que o governo venda o petróleo venezuelano para refinarias e receba óleo mais simples para o tanques.
A solução é vender no mercado o petróleo recebido e, com esse dinheiro, comprar barris de óleo leve da peneira de Anna.
Assim, o estoque usa um material direito, e não há necessidade de o prodrul do Congresso), que é uma forma más simples.
Não é preparar o, para sem falhas, mas para algum ofoa e temação, precisa ser plano de seguro.


Petróleo (IA)





