A Fapesp e o Centro Paula Souza lançaram um programa que vai dar mil bolsas de R$ 1.140 para estudantes das Fatecs fazerem projetos de iniciação tecnológica. O primeiro edital já está disponível e as inscrições começam em breve.
Os estudantes das Faculdades de Tecnologia (Fatecs) vão poder participar de projetos de iniciação tecnológica com bolsas de R$ 1.140 pagas pela Fapesp. O programa foi lançado nesta quarta-feira (17) pela Fapesp e pelo Centro Paula Souza (CPS), que fazem parte da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo.
- Serão mil bolsas no total: 500 em 2026 e mais 500 em 2027.
- Cada bolsa paga R$ 1.140 por mês para o aluno desenvolver um projeto.
- O professor orientador precisa ter no mínimo título de mestre.
- O desempenho do aluno será avaliado por relatórios e pelo histórico escolar.
- O primeiro edital já está disponível no site da Fapesp.
O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Vahan Agopyan, disse que a iniciação científica é o primeiro passo para formar pessoas preparadas para enfrentar desafios. "Tenho certeza de que este programa será um divisor de águas e que veremos, em pouco tempo, uma grande transformação nas nossas Fatecs", afirmou.
O presidente da Fapesp, Marco Antonio Zago, destacou que o programa fortalece a capacidade de São Paulo de gerar tecnologia, ciência e desenvolvimento ao apoiar professores e estudantes das Fatecs em atividades de pesquisa e inovação.
O presidente do CPS, Clóvis Dias, disse que o projeto representa a ideia principal da instituição, que é transformar a vida de quem procura as Fatecs. "Nossos alunos são curiosos e dedicados. Sempre que propomos algo, eles atendem prontamente. Tenho certeza de que não faltarão bons projetos de pesquisa para serem selecionados pela Fapesp", completou.
O vice-presidente do CPS, Maycon Geres, explicou que o programa amplia as oportunidades de construção de conhecimento. "Os ambientes mais inovadores do mundo conectam ciência, educação, empresas e governo para resolver problemas reais. É isso que fazemos no CPS", afirmou.


Estudantes em laboratório de tecnologia. Foto: Agência SP





