O estado de São Paulo confirmou 28 casos de sarampo em 2026, com novos registros na capital e Grande São Paulo. A campanha de vacinação massiva encerrou, mas a imunização continua disponível nas unidades de saúde para todas as idades em zonas de risco e para bebês com 'dose zero'.
O estado de São Paulo confirmou mais dois casos de sarampo nesta terça-feira (1), elevando o total de infecções neste ano para 28. Um bebê e uma mulher de 40 anos são as novas vítimas do vírus, segundo o último balanço epidemiológico da Secretaria de Saúde estadual. A doença, que causa manchas vermelhas pela corpo, febre alta e tosse persistente, tem se espalhado pela região metropolitana.
Os dados do governo mostram que a grande maioria dos casos está concentrada na capital paulista, com 25 registros. Outras cidades da Grande São Paulo também foram afetadas, sendo que São Bernardo do Campo apresentou dois casos e Guarulhos, um. Essa concentração indica que o vírus circula principalmente em áreas densamente povoadas e com menor cobertura vacinal.
- O total de casos de sarampo em SP chegou a 28 em 2026.
- 25 dos infectados moram em São Paulo capital; 2 em São Bernardo do Campo; 1 em Guarulhos.
- Mais de 2,5 milhões de doses foram aplicadas apenas em agosto durante a campanha especial.
- 20 dos pacientes confirmados não tinham registro de vacinação anterior.
- A vacina continua disponível nas UBS, com atenção especial para bebês e zonas norte da capital.
Durante o mês de agosto, o estado aplicou mais de 2,5 milhões de doses da vacina contra o sarampo. O esforço foi intenso e se concentrou em três municípios, que absorveram a maior parte das doses: a capital paulista recebeu 2 milhões de aplicações, Guarulhos teve 230,1 mil e São Bernardo do Campo, 169,5 mil. Esse movimento é fruto da Campanha de Multivacinação, que terminou em 1º de setembro, e da estratégia ampliada de imunização contra a doença nessas áreas prioritárias.
A campanha começou no dia 3 de agosto e teve como objetivo principal reforçar a proteção da população após o aumento brusco dos casos na região metropolitana. A cidade de São Paulo concentra 90% dos diagnósticos de sarampo no estado. Além disso, a secretaria de saúde revelou uma informação alarmante: 20 dos pacientes confirmado não tinham qualquer registro de vacinação contra a doença, o que aponta para falhas no acompanhamento do calendário de imunização ou na busca pelos serviços de saúde.
Vacinação continua disponível nas unidades de saúde
Mesmo com o fim da campanha emergencial, os imunizantes continuam disponíveis para toda a população nas unidades básicas de saúde (UBSs). O atendimento segue o calendário vacinal padrão para cada faixa etária. No entanto, devido à situação de emergência na zona norte de São Paulo, a imunização sem restrições de idade foi mantida nos distritos de Vila Medeiros, Vila Guilherme e Vila Maria, abrangendo pessoas de 6 meses a 59 anos.
Há uma atenção especial para os bebês. A chamada


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