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11 de agosto de 2026

Crianças seguem internadas após comer veneno de rato em escola de Cuiabá

Policia Saúde 11/08/2026 14:31 Yuri Ramires e Vithória Sampaio - Gazeta Digital folhamax.com

Sete crianças que estudam em uma escola municipal de Cuiabá continuam internadas depois de ingerirem veneno de rato. Uma delas levou o produto de casa. Apesar do susto, nenhuma criança corre risco de vida e todas estão sendo monitoradas nos hospitais da cidade.

As sete crianças, alunas da EMEB Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, em Cuiabá, que ingeriram veneno de rato na manhã de segunda-feira (10), seguem hospitalizadas nesta terça-feira (11). Apesar de permanecerem em monitoramento, nenhuma delas corre risco de vida.

O que aconteceu

Segundo a Prefeitura de Cuiabá, seis crianças estão internadas no Centro Materno Infantil (CMI) e uma permanece no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC). Todas estão clinicamente bem, conscientes, conversando e em leitos de enfermaria. Nenhuma necessita de suporte respiratório ou de equipamentos para manutenção das funções vitais.

  • O veneno foi levado para a escola por uma criança de 4 anos.
  • Todas as crianças afetadas têm até 4 anos de idade.
  • O produto era um raticida, que pode causar problemas de coagulação no sangue.
  • As crianças devem ficar internadas por 96 horas por segurança.
  • A Polícia Civil investiga o caso para entender como tudo aconteceu.

A permanência nos hospitais ocorre por medida de segurança e observação. Conforme orientação do Centro de Informação e Assistência Toxicológica (CIATox), as crianças devem permanecer internadas por 96 horas devido ao risco de possíveis alterações na coagulação sanguínea provocadas pela exposição à substância.

O produto teria sido levado para a escola por um dos estudantes. Após ingerirem o produto, as vítimas foram socorridas e encaminhadas para a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do bairro Morada do Ouro. Uma delas, que teria levado o veneno para a escola, está com um quadro mais significativo e precisou ser transferida para o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde está recebendo o monitoramento toxicológico.

O material foi apreendido e encaminhado para as providências cabíveis. O caso é investigado pela Polícia Civil.