Aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL) tentaram diminuir a importância do baixo público no primeiro evento de sua campanha à Presidência, realizado na manhã de domingo (16/8), na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou que o evento foi um comício político e não uma manifestação, que costuma atrair mais pessoas.
Aliados de Flávio Bolsonaro (PL) minimizaram o público reduzido no primeiro ato da campanha do senador ao Palácio do Planalto na manhã do domingo (16/8), na Praia de Copacabana, no Rio.
À coluna, o líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou que o evento não é uma manifestação, que costuma reunir público maior, mas, sim, um comício político.
- O ato em Copacabana foi o primeiro da campanha de Flávio Bolsonaro para a presidência.
- Aliados minimizaram o baixo comparecimento, dizendo que seria um comício e não uma manifestação.
- A ausência de lideranças do PL de outros estados, como Michelle Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Nikolas Ferreira, também foi minimizada.
- No caso de Tarcísio, aliados avaliaram que seria 'ruim' para o governador paulista começar a campanha no Rio.
- O evento teve menos gente do que o esperado pela organização.
Não é manifestação. É comício. E a gente não dá ônibus, afirmou Sóstenes, em uma indireta ao PT, que organizou caravanas para o ato do presidente Lula no estádio da Vila Euclides, em São Paulo.
Auxiliares de Flávio também minimizaram a ausência de lideranças do PL de outros estados, como Michelle Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Nikolas Ferreira, no ato em Copacabana.
Decisão Estratégica
No caso de Tarcísio, aliados de Flávio avaliam que seria ruim para o governador paulista começar a campanha no Rio, e não em São Paulo, estado por onde ele tentará reeleição em 2026.


Ato de campanha de Flávio Bolsonaro na Praia de Copacabana





