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18 de agosto de 2026

Coligação aciona TRE contra Taques por ligar Mauro a desvio

Politica Política 18/08/2026 11:11 Da Redação | Estadão Mato Grosso estadaomatogrosso.com.br

A coligação que apoia Mauro Mendes entrou com ação na Justiça Eleitoral contra Pedro Taques por propaganda negativa antecipada. Taques teria publicado posts associando Mauro a um desvio de R$ 308 milhões. A Justiça já notificou Taques para apresentar defesa.

A coligação "Mato Grosso Não Pode Parar" entrou com uma ação no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) contra o ex-governador Pedro Taques (PSB). O motivo são publicações nas redes sociais que ligam Mauro Mendes a um suposto desvio de R$ 308 milhões. A ação acusa Taques de fazer propaganda eleitoral antecipada de forma negativa.

Segundo a ação, Taques publicou uma série de stories no Instagram com conteúdo político e críticas diretas a Mauro. Entre as frases citadas, Taques teria dito que recursos públicos foram "roubados" e que "Mauro pegou e pegou com gosto R$ 308 milhões".

Resumo rápido

  • Taques é acusado de propaganda eleitoral antecipada negativa.
  • A ação foi movida pela coligação de Mauro Mendes.
  • Taques teria ligado Mauro a um desvio de R$ 308 milhões.
  • A Justiça Eleitoral já notificou Taques para se defender.
  • O processo ainda não tem decisão final.

O que a coligação alega

A coligação afirma que as publicações têm caráter negativo e tentam associar Mauro ao desvio. Por isso, pediu que a Justiça Eleitoral reconheça a propaganda antecipada e aplique a punição prevista em lei.

A ação é movida pela coligação formada por Republicanos, Podemos, PSDB, Cidadania, União Brasil e Progressistas.

Andamento do processo

A juíza auxiliar da Propaganda Eleitoral, Glenda Moreira Borges, aceitou a representação. Não houve pedido de liminar.

A magistrada ordenou que Taques seja notificado para apresentar defesa, se quiser. Depois, o processo segue para a Procuradoria Regional Eleitoral dar parecer e depois volta para a Justiça Eleitoral decidir.

Até agora, ainda não houve julgamento sobre a existência de propaganda irregular nem sobre o conteúdo das acusações.