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20 de agosto de 2026

Wellington nega briga com Medeiros e diz que pedirá votos para ele

Politica Política 20/08/2026 08:01 Thiago Portes e Fernanda Leite, Estadão Mato Grosso estadaomatogrosso.com.br

O senador Wellington Fagundes (PL), candidato ao governo de Mato Grosso, afirmou que não há nenhum atrito com José Medeiros (PL), candidato ao Senado, e que ele vai pedir votos para o colega, mesmo com o afastamento após a aliança entre PL e MDB.

O senador Wellington Fagundes (PL), candidato ao governo de Mato Grosso, disse nesta terça-feira (18 de agosto) que não tem nenhuma briga com José Medeiros (PL), candidato ao Senado pelo mesmo grupo. Medeiros tinha se afastado da campanha depois que PL e MDB fizeram uma aliança no estado.

Medeiros sempre foi contra a aproximação com o MDB. Já Wellington foi um dos principais responsáveis por essa aliança, que também inclui a deputada estadual Janaina Riva (MDB), presidente do partido em Mato Grosso e candidata ao Senado, nora de Fagundes.

  • Wellington e Medeiros são do mesmo partido, o PL.
  • A aliança com o MDB trouxe Janaina Riva como candidata ao Senado.
  • Medeiros não quer dividir a vaga com alguém de outro partido.
  • Em 2024, PL e MDB foram rivais em várias cidades de Mato Grosso.
  • O racha pode continuar nas eleições municipais de 2028.

Com a aliança, Janaina Riva e Medeiros agora são os dois candidatos ao Senado apoiados pela família Bolsonaro em Mato Grosso. No entanto, essa divisão nunca agradou a Medeiros, que preferia uma chapa só do PL.

Wellington afirmou: "Da minha parte, não tenho nenhuma rixa. Sempre que falei, citei meu candidato a senador Medeiros, do meu partido 22, com Flávio Bolsonaro. Meu partido tem Medeiros como candidato, então ele é meu candidato."

Apesar disso, Medeiros deve fazer uma campanha mais independente, sem pedir votos diretamente para Wellington. O desconforto também vem das eleições municipais de 2024, quando PL e MDB disputaram em várias cidades de Mato Grosso.

A expectativa é que parte dessas disputas municipais possa se repetir em 2028, o que mantém a resistência à aliança, mesmo com o acordo para as eleições de 2026.