pt-br

27 de setembro de 2026

Flávio Bolsonaro usará padre para responder boato sobre Nossa Senhora Aparecida

Politica Política 27/09/2026 07:36 Folhamax folhamax.com

Campanha de Flávio Bolsonaro prepara resposta a boato de que ele queria tirar título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida.

A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) vai usar um padre como porta-voz para responder às pessoas que espalharam o boato de que ele queria tirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil.

De acordo com a coluna, a equipe de marketing do senador já preparou um texto para o padre usar na gravação. A ideia é que ele diga que assuntos de fé não devem ser usados como ferramenta política para enganar os eleitores.

  • Flávio Bolsonaro é senador e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
  • O boato sobre tirar o título de Nossa Senhora Aparecida é falso.
  • A jornalista Maria Cristina Fernandes deu a informação errada e a GloboNews se retratou.
  • O projeto para tirar o título existiu, mas foi arquivado em 2008.
  • A campanha de Flávio vai usar um padre para esclarecer a verdade.

Campanha nega boato

A estratégia é responder à notícia que dizia que Flávio queria tirar o título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida. A campanha afirma que isso é falso, mas um ex-assessor de Jair Bolsonaro já sugeriu essa ideia.

O boato ficou forte depois que a jornalista Maria Cristina Fernandes, do Valor Econômico, disse na GloboNews que existia um movimento na Igreja Católica contra um grupo de evangélicos que estaria tentando tirar Aparecida como padroeira.

Retratação da GloboNews

Poucas horas depois, a GloboNews se retratou. A emissora disse que a informação de Maria Cristina era baseada em um projeto de lei que foi arquivado há quase 20 anos na Câmara dos Deputados.

O projeto que queria tirar o título de Nossa Senhora Aparecida como Padroeira do Brasil foi apresentado em 2007 pelo então deputado Victorio Galli (MT), que trabalhou como assessor especial da Presidência no governo Bolsonaro. A proposta foi arquivada em 2008.