Aliado de Lula, o senador eleito Rui Costa explicou que a disputa de 25 de outubro é diferente do primeiro turno. Para ele, quem tiver a maior rejeição entre os eleitores será o perdedor, pois o voto agora é de rejeição ao candidato adversário.
O ex-ministro da Casa Civil e senador eleito pela Bahia, Rui Costa (PT), declarou nesta segunda-feira, 5, que o segundo turno mostra que a eleição presidencial está zerada. Na avaliação dele, que é um dos aliados mais próximos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o candidato que tiver maior rejeição perderá o pleito do dia 25 de outubro.
O segundo turno é outra eleição. As pessoas ficam comparando [os desempenhos], mas não tem comparação. Agora, é medir rejeição. Então, o que é mais forte para as pessoas decidirem é quem ela não quer. Quem tiver, ao final, uma rejeição mais alta perde a eleição, é assim que funciona, afirmou Costa.
- Rui Costa, aliado de Lula, afirma que a rejeição é o fator decisivo no 2º turno.
- No 1º turno, Flávio Bolsonaro (PL) obteve 56,1 milhões de votos (47,03% dos válidos).
- Lula (PT) somou 53,8 milhões de votos (45,16% dos válidos) na primeira etapa.
- O petista teve cerca de 3,3 milhões de votos a menos do que obteve em 2022.
- A votação do segundo turno está marcada para 25 de outubro.
Resultados do primeiro turno
No primeiro turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL) teve 56.104.503 votos (47,03% dos votos válidos), enquanto Lula terminou com 53.879.538 votos (45,16% dos votos válidos). O petista teve 3.379.966 votos a menos do que no primeiro turno de 2022.


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