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05 de agosto de 2026

Rodrigo Santoro celebra momento especial do cinema brasileiro: 'Prestígio'

Variedades Cinema 05/08/2026 08:21 Maria Paula Giacomelli - CNN Brasil cnnbrasil.com.br

O ator Rodrigo Santoro, de 50 anos, conversou com a CNN durante a comemoração dos 25 anos do Prêmio Grande Otelo, no Rio de Janeiro. Ele destacou que o cinema do Brasil vive um momento único, com reconhecimento internacional e a volta do público às salas de exibição, algo que começou com o filme 'Ainda Estou Aqui'.

Durante a comemoração dos 25 anos do Prêmio Grande Otelo, uma das premiações mais importantes do cinema brasileiro, o ator Rodrigo Santoro, de 50 anos, elogiou as produções nacionais e celebrou o que chamou de 'momento único do cinema brasileiro'.

No tapete vermelho do evento, que aconteceu na noite de terça-feira (4), no Rio de Janeiro, o artista disse que esse movimento começou com o filme 'Ainda Estou Aqui'. 'A gente vive um alinhamento que eu nunca vi, que é o prestígio internacional, a pluralidade criativa e uma reconexão com o público, que começou com Ainda Estou Aqui, aquele movimento do público brasileiro prestigiando. Foi uma onda incrível', afirmou à CNN Brasil.

  • Rodrigo Santoro, de 50 anos, é um dos atores mais conhecidos do Brasil e já trabalhou em Hollywood, em filmes como '300' e 'O Sétimo Filho'.
  • O Prêmio Grande Otelo é a principal premiação do cinema brasileiro e celebra os melhores filmes e artistas do ano.
  • O filme 'Ainda Estou Aqui', citado por Santoro, foi um grande sucesso de bilheteria e crítica no Brasil.
  • Santoro concorreu em duas categorias no prêmio: melhor ator por 'O Filho de Mil Homens' e ator coadjuvante por 'O Último Azul'.
  • A 'retomada do cinema brasileiro' foi um período na década de 1990 que impulsionou a produção de filmes nacionais, como 'Central do Brasil'.

Na premiação, Santoro concorreu nas categorias de melhor ator de longa-metragem pelo papel de Crisóstomo em 'O Filho de Mil Homens' e de ator coadjuvante por sua atuação como Cadu em 'O Último Azul'.

O artista relembrou seus 26 anos de carreira e o período conhecido como retomada do cinema brasileiro, que aconteceu em meados da década de 1990 e resultou em filmes como 'Central do Brasil' (1998) e 'Cidade de Deus' (2002).

Esperança no futuro do cinema

'Está muito claro que o cinema brasileiro vive um momento muito particular e único. Mas espero que não seja só um pico num ciclo, que a gente não precise de retomada nenhuma. Venho acompanhando a trajetória do cinema brasileiro, e acho que esses últimos dois anos, ano passado e esse ano, são anos incríveis. A minha maior felicidade é ver o público brasileiro voltando às salas de cinema', completou.

O ator também falou sobre a importância de transformar o reconhecimento internacional em fortalecimento da indústria cinematográfica nacional. 'Que os brasileiros possam cada vez mais acreditar no cinema brasileiro e prestigiar os filmes nacionais', disse.